Hapag-Lloyd registra custos extras de até US$ 50 milhões por semana devido à crise no Irã
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- 27 de mar.
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A armadora alemã Hapag-Lloyd vem enfrentando um impacto financeiro significativo em razão da crise no Irã. Segundo o diretor-executivo da companhia, os custos adicionais variam entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões por semana, impulsionados principalmente pelo aumento nos gastos com combustível, seguros e armazenamento de contêineres.
Em entrevista à emissora NTV, o CEO Rolf Habben Jansen afirmou que a empresa não pode simplesmente absorver esses custos sem اتخاذ medidas.
Custos devem ser repassados aos clientes
De acordo com o executivo, a tendência é que os custos logísticos extras sejam repassados aos clientes, refletindo diretamente no valor do transporte marítimo global.
A situação reforça o impacto da instabilidade geopolítica nas cadeias de suprimentos e no comércio internacional, especialmente em rotas estratégicas.
Suspensão de rotas no Estreito de Ormuz
No dia 3 de março de 2026, a Hapag-Lloyd decidiu suspender o trânsito de seus navios pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo, por questões de segurança.
Na ocasião, a empresa destacou que a decisão não foi opcional, mas sim uma resposta necessária às condições atuais e às restrições regulatórias impostas na região.
Impactos nas operações no Golfo Arábico
Como consequência da medida, serviços com destino a portos do Golfo Arábico passaram a sofrer atrasos, desvios de rota e alterações nos itinerários, afetando a previsibilidade das entregas e elevando os desafios logísticos para clientes e operadores.
A crise evidencia como conflitos regionais podem gerar efeitos imediatos no transporte marítimo, pressionando custos e exigindo ajustes rápidos das empresas do setor.
FONTE: Portal Portuario
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuario




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